terça-feira, 30 de março de 2010

"As 14 pérolas da Índia" ilustrações de Ionit Zilberman


Para quem estava curioso sobre a incrível ilustração que está no topo do blog... Aqui estão mais algumas das belíssimas ilustrações de Ionit Zilberman para o livro





IONIT ZILBERMAN nasceu em 1972, na cidade de Tel Aviv, mas a família se mudou para São Paulo quando ela tinha seis anos. Ela estudou Artes Plásticas e começou a carreira ilustrando para jornais e revistas. Há mais de dez anos dedica-se à ilustração e tem trabalhos publicados em diversas revistas e livros. 


Leia a postagem anterior sobre o livro clicando aqui
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sábado, 27 de março de 2010

Ciganos, Flamenco, Tango e Milonga: Uma breve história da música com um pé na Índia.

 Um breve esboço de História & Música...

Esta história começa muitos anos atrás, quando grupos nômades se deslocam do norte da Índia para a Europa. Eles carregam consigo suas tradições e costumes, o estilo de vestimenta, de alimentação, moradia, idioma, música...

O povo cigano chega na Europa por volta do século XIV, confundido com egípcios são chamados "gypsys". Sua presença entre diversos povos ao longo dos séculos proporciona uma riqueza de trocas culturais incalculável para toda a humanidade.

Em algum lugar do passado, na Espanha surge o Flamenco inquestionavelmente a mais famosa expressão da música cigana.


Na América do Sul, surgem a Milonga e o Tango, mais precisamente no atual território da Argentina e Uruguay. Ritmos formados por uma fusão entre sons de diversas origens, inclusive da Espanha e África... Ouça Gotan Project com "Santa Maria del Buen Ayre"


A música indiana é dividida basicamente em dois estilos: hindustani (predominante no norte do país)  e carnática (no sul). Um dos instrumentos mais tradicionais na música hindustani, jutamente com o sitar é a tabla.

Eis que hoje estava a ouvir "Narigon" do argentino Melingo e escuto sons de tabla.



Se você prestou atenção, no Flamenco da banda Ojos de Brujo você também irá ouvir sons de tabla.

Agora fiquei interessada em ler mais sobre o assunto...
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sexta-feira, 26 de março de 2010

As 14 pérolas da Índia: Literatura sobre a Índia para crianças de todas as idades


Eis que me presenteiam com este fabuloso livro... E eu concluo que não há nada mais lindo que esta publicação de Ilan Brenman ilustrada por Ionit Zilberman. Tão lindo... Confesso que adorei as histórias, mas o que mais me atraiu foram as ilustrações...

As imagens são tão lindas que merecem uma postagem à parte. Aguardem...

BRENMAN, Ilan. As 14 pérolas da Índia. São Paulo: Brinque-Book, 2008.
 

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terça-feira, 23 de março de 2010

. : Gavrosh Photography : .


Amazing photos by Gavrosh!!!





 
 

Estas são algumas das fotos de Gavrosh O. Vijayan. Você pode ver mais fotografias deste meu amigo fotógrafo aqui no flickr dele.

Se alguém aí sabe ler malayalam, conheça o Blog do Gavrosh.



 * All these photographs are copyrighted!
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segunda-feira, 22 de março de 2010

The beauty of India

A Dreamer Among the Humblest

 

  







http://www.smashingmagazine.com/2010/03/20/the-beauty-of-india-50-amazing-photos/

Thank you baby...
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sexta-feira, 19 de março de 2010

CARMA-COLA: O marketing do Oriente místico - Gita Mehta




Copyright © 1979 by Gita Mehta

Título original: 


Karma Cola: the marketing of the Mystic East.



"Na segunda metade da década de 60, o Ocidente adotou a Índia como seu mais novo balneário espiritual. Os Beatles se lançaram aos pés do Maharishi Mahesh Yogi e hordas de jovens americanos, ingleses, franceses e de outros países ocidentais seguiram o exemplo de seus ídolos, invadindo a Índia em busca da libertação do tédio e do desespero de um mundo cada vez mais materialista. Lá encontraram muitos gurus disponíveis e dispostos a lhes oferecer o nirvana mediante modesta contribuição pecuniária a seus retiros espirituais. Este livro hilariante e ao mesmo tempo deprimente apresenta flashes dessa invasão, revelando a profunda incompreensão do Oriente pelos ocidentais que lá buscam a salvação da alma. Ao mesmo tempo, expõe o alto preço pago por quem confundiu o profundo com o banal em suas tentativas de levitar acima da realidade.
São cenas patéticas, como a do jovem casal francês que deposita o filho morto embrulhado em trapos na mesa do cônsul da França. São cenas cômicas, como o sikh, que, durante uma conversa sobre o grito primal como meio de entrar em contato com o corpo, joga-se sobre uma ninfeta australiana sem nenhuma "preliminar filosófica". São quase sempre as mesmas histórias que apresentam, de um lado, pessoas desnorteadas, desestruturadas, entregando-se a drogas cada vez mais pesadas e à busca supostamente tântrica da divindade através do sexo e da violência, e, de outro, os gurus da hora, como aquele que diz que como seus seguidores não têm tempo, dá-lhes a salvação instantânea. Outro, depois de provar a existência de Deus simplesmente salientando que a palavra "Deus" consta no dicionário, abençoa seus fiéis de helicóptero, tão grande é a multidão que o aguarda. Um terceiro precisa de seguranças para eviotar que as seguidoras lhe invadam a cama. Outro ainda declara sem pudor: "Religião não é para pobres". Enquanto isso, o bem sucedido Maharishi faz seus adeptos levitarem na Suíça e, depois de apresentar sua proposta de Governo Mundial, prepara uma Conferência Mundial sobre Química, Física e Meditação Transcendental.

É a globalização do mercado místico, retratada com mordacidade por Gita Mehta." *


* Mehta, Gita. Carma-cola: o marketing do Oriente místico. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.






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sábado, 13 de março de 2010

"Gulosas Andanças pelas Mil Índias" Kerala & Malabar, uma pitada de História


Costa do Malabar, Rajás, Especiarias, Comércio, Disputas, História, Poderosas Princesas, Império Português na Índia... Uma pitada de História do Kerala, um estado no sul da Índia.


    Como num conto de fadas*

Pela historiadora, arqueóloga e museóloga brasileira

O Sul da Costa Oeste do Decão, denominado pelos árabes de Malabar, é formado por terras que se estendem do Sul de Mangalore até as proximidades do Cabo Camorim, extremo sul da península. Terra de fragrâncias, de jardins de especiarias, a costa do Decão é banhada pelo Índico, o oceano em que o comércio de aromas e especiarias foi sempre atuante e que se disseminou pela Costa Oriental da África, banhando o país dos zendji, as ilhas do Sudeste Asiático, até o Mar do Sul da China e as zonas costeiras do Decão, chegando à Arábia, à entrada da Porta das Lágrimas, a Bab-el-Mandeb, e ao Golfo Pérsico. O Malabar foi o berço da pimenta negra e do cardamono, e, mais tarde, lá chegaram, do Ceilão, a canela; os cravos e moscadas, das Maloucas; a canela cássia, da China; bem como muitos outros grãos, além de aromas que levam ao paraíso. 
Ao chegar à região, vi as pimenteiras enormes se enroscando nas palmeiras e se elevando às alturas, seus cachos de bagas, os morros cobertos e perfumados de cardamonos muito verdes, os canais e as backwaters, onde os nenúfares e os lótus habitam, contornados de palmeiras, de charcos plantados de arroz, de fazendas de criação de patos, de santuários onde se escondem milhares de pássaros, além do entremeio de longas faixas de areia e de entrepostos de especiarias. Como desassociar o sabor dos aromas destas especiarias? A entrada nas ruas da antiga aldeia de Mattantcherri, nas vizinhanças de Cochin, me lembrou os grandes bolos de especiarias da minha infância.

Kerala, nome dado a este novo Estado, criado a partir da união de outros, já numa Índia independente das pressões européias do colonialismo, estende-se pela Costa do Malabar, e seu encanto me fez percorrê-lo de Kozhikode (Calicut) a Thiruvanathapuran (Trinvandum), penetrando no Tamil Nadu, indo até Kanniyakumari, que celebra a deusa virgem (encarnação de Parvati), e que os portugueses denominaram Cabo Camorim. Pelo caminho, pude testemunhar o dia-a-dia dos elefantes em seu santuário do rio, o Periyar; sentir o misticismo dos templos de Ayyappan, o deus do equilíbrio, e a presença da grande deusa Bhagavathi; e descansar nos remansos dos alagados costeiros entre Allepey e Quillon, ou nas frescas casas tarawad, as casas familiares, com seus imensos tetos caídos, depois de subir as montanhas de chá e cardamono dos montes Nilgiri e reconhecer os remanescentes arqueológicos de Muziris.
No tempo do Império Chera, também conhecido como Era de Sangam, nos primeiros quinhentos anos da Era Cristã, o porto de Cranganore, o Muziris dos romanos, foi um dos mais importantes pra o comércio de especiarias. Já o porto de Arikamedu foi um dentre outros grandes centros mercantis, situado no outro lado da península, na Costa do Coramandel, nas proximidades de Ponduku, hoje Pondichéry. Aos mercadores fenícios, gregos, romanos, chineses e árabes, lá se juntaram os indianos chettinads, bohris, mappilais e banias, além de, em diversas épocas, refugiados religiosos judeus e cristãos. Segundo consta, os primeiros cristãos teriam vindo no rastro do apóstolo Tomás.


No século XII, o Malabar foi dividido em diversos reinos. Quando os portugueses chegaram, em 1498, já havia sinagogas, igrejas cristãs de rito oriental e mesquitas, além dos inúmeros templos hindus, jainas, e, em menor quantidade, budistas. A população indiana era imensa. Quatro famílias reais dominavam a região e agrupavam em volta delas rajás de menor importância. O maior poder temporal cabia aos samudras de Ernad. Os príncipes de Venad se impunham em prestígio. Os kolathiri de Eli, que reclamavam para eles a mais ilustre linhagem, governavam a área Norte. E os reis de Perumpanappunad, ainda que independentes, ocupavam uma posição inferior, devido certamente à pouca idade de sua riqueza e as certas contendas com os samudras ou "senhores do mar", também conhecidos como samorins. Os autores portugueses sempre se referem a esses reinos usando o nome de suas cidades principais: Calicut, Quillon, Cannanore e Cochin.
Nestes reinos, a lei dinástica matrilinear levava ao poder supremo o filho mais velho de todos os ramos reunidos, o que não impedia os soberanos de favorecerem seus próprios filhos, doando-lhes províncias inteiras, o que provocava fortes disputas em linhas familiares paralelas. As princesas-mães tinham um grande poder e, com a ajuda de brâmanes e adivinhos, podiam convencer rajás a se retirarem do mundo, a fim de elevar ao trono um de seus irmãos. As disputas pelo poder viravam terríveis rivalidades fratricidas, das quais os protugueses souberam tirar proveito.



*CAMARGO-MORO, Fernanda. Arqueologias Culinárias da Índia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2006. pág. 77 a 79.
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quarta-feira, 10 de março de 2010

Decoração Indiana por Neza Cesar


Cantinho Indiano

Escondido numa rua de difícil acesso, no Morumbi, em São Paulo, o restaurante Curry Comida Indiana é um achado para quem gosta das delícias picantes daquele país. "O Espaço surgiu como um bufê, mas muitos amigos gostavam de comer aqui e por isso resolvi transformar o local em restaurante", conta a proprietária, Manuela Mantegari Narvania. Recentemente, o Curry foi redecorado pela decoradora Neza Cesar, que deixou o ambiente bem colorido - com mais jeito ainda de cantinho indiano.


Bons Fluídos, Agosto de 2009, pág. 18.


Partindo desta reportagem eu conheci o fabuloso trabalho da Neza Cesar. As fotos são do restaurante e estão no Blog da Neza, onde onde você também pode conhecer um pouco mais do trabalho da decoradora...











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segunda-feira, 8 de março de 2010

Aprendiz de contadora de histórias...




A missão: Selecionar um bom repertório para contar histórias.

Objetivo: Histórias curtas e interessantes para crianças entre os "Contos de Fadas indianos"...


Procedimentos: Seleções de livros, histórias, estudo e ensaio... Produção de figurino, make up, cenário, acessórios...


 
Foto: Potira by Geison.
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domingo, 7 de março de 2010

MULHERES: pela historiadora Michelle Perrot e pela antropóloga Meena Kadri

 
 


"As mulheres não são nem passivas, nem submissas. A miséria, a opressão, a dominação, por mais reais que sejam, não bastam para contar a sua história."

   Michelle Perrot

 

 
 






Que neste dia das mulheres nós tenhamos mais motivos para celebrar do que para lamentar.

Que as mulheres na India, no Brasil ou em qualquer lugar do mundo sejam plenamente felizes.
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Sono à indiana: Deepak Chopra na "Bons Fluídos"

 
Afastar a insônia passa pela sutileza de perceber cada um de nossos cinco sentidos. Esses são alguns dos ensinamentos ditados aqui por Deepak Chopra, médico indiano que prega o respeito à natureza e ás nossas sensações para banir os ruídos internos e ter uma noite de sono tranqüila. 
 
TEXTO: ANA HOLANDA
REPORTAGEM FOTOGRÁFICA: CAMILE COMANDINI
FOTOS: ROGÉRIO VOLTAN 
Seguir o ciclo da natureza. Essa é a receita do médico indiano Deepak Chopra em seu livro Uma Boa Noite de Sono (ed. Sextante). “Quando seus ritmos fisiológicos se sintonizam com a natureza – o movimento da Terra, do Sol, da Lua e das estrelas, o ciclo das estações do ano e as marés –, o sono vem sem esforço”, diz ele em sua obra, lançada em junho no Brasil. Chopra é um dos divulgadores, no Ocidente, da medicina aiurvédica, que segue os preceitos de saúde da filosofia indiana. Sua lição para dormir bem parece fácil, mas na prática seguir o ritmo do Sol e da Lua não é tão simples. Mas, mesmo para essas eventuais dificuldades, Deepak Chopra tem alguma resposta sábia, que passa por nossos instintos mais primitivos: tato, audição, olfato, visão e paladar. “Tudo o que você toca, prova, vê, cheira e ouve é metabolizado em seu corpo físico, mental e emocional”, acredita ele.

Entre os principais vilões de uma noite maldormida estão o excesso de estresse, ansiedade, depressão. Um estudo feito pelo Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 1987, 1995 e repetido este ano, apontou que 81% dos paulistanos têm queixas de sono. Desses, 35% sofrem de insônia. “Os dados brasileiros coincidem com os internacionais em relação à insônia. Sabe-se também que 10% das pessoas desenvolvem o problema crônico”, conta Lia Bittencourt, médica do instituto e coordenadora do estudo. As pesquisas mostram, ainda, que as mulheres são as que mais sofrem com as noites maldormidas causadas pela insônia – os homens têm queixas de ronco, na maior parte das vezes. As explicações para isso estão relacionadas com a predisposição genética – existem famílias inteiras de insones – por elas terem maior tendência à depressão e à ansiedade e pelo vaie-vem hormonal. Na menopausa, por exemplo, a redução do hormônio feminino progesterona afeta a qualidade do sono.
FOGO INTERNO
Ter uma boa noite de sono acaba revigorando e rejuvenesce o corpo e a mente. É nessas horas que relaxamos, deixamos a tensão de lado e damos um tempo para que o organismo trabalhe com calma. “Se ao acordar você não estiver relaxado, é porque não chegou à fase de sono profundo”, afirma José Knoplich, reumatologista e especialista em higiene do sono. 

É nesse período que uma série de processos importantes acontece: uma arrumação interna na qual a memória e tudo o que foi visto e aprendido durante o dia é organizado e um conjunto de hormônios é liberado para manter o humor em alta. A medicina aiurvédica vai além e estabelece horários para as funções biológicas: das 22 às 2 horas acontece a regeneração do corpo, e das 2 às 6 horas da manhã, a dos neurônios. “É por isso que quem trabalha à noite envelhece mais rápido”, acredita Márcia De Luca, formada pelo Centro de Bem-Estar Chopra e fundadora do Ciyma – Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda.

Para a medicina indiana, a hora de ir para a cama não deve ultrapassar as 22 horas porque é a partir daí que começa o horário pitta, que se estende até as 2 da madrugada. Assim como existem em nós características ditadas pelos tipos pitta, kapha e vata (relacionados ao biotipo de cada um), o passar do dia também sofre influência disso. O simbolismo é que, nesse período de horas, o elemento predominante é o fogo, em detrimento da água. “Pitta acelera o metabolismo e quem já tem problemas para dormir pode ter maior dificuldade para cair no sono depois das 22 horas”, esclarece Márcia De Luca. Uma boa dica para evitar o excesso do elemento fogo nesse horário e a conseqüente insônia é fazer uma refeição leve, no mínimo duas horas antes de ir para a cama. “Nada de comer sólidos depois do pôr-do-sol. O ideal é optar por sopas”, diz Márcia.

Cada instrumento é confeccionado especialmente pelo xamã.O couro, a madeira, as penas usadas como enfeites, tudo é escolhido segundo a intuição e consagrado em rituais e preces, conta Vânia Corveloni.O resultado é sempre único, inclusive em termos de sonoridade.“Às vezes, faço dois tambores do mesmo tamanho e material, e os timbres resultam completamente diferentes”, afirma.

Nos rituais, os xamãs batem o tambor não apenas com a baqueta mas também com o maracá, outro instrumento com funções mágicas. “Além de afastar a negatividade, o som do chocalho reúne pedacinhos de nossa alma que ficam perdidos no dia-a-dia, em meio a mágoas, traumas e doenças”, diz a terapeuta.

A prática da ioga é bem-vinda na visão de Deepak Chopra para ajudar no combate à insônia. Só que a atividade, aconselha ele, deve ser feita até o início do anoitecer e não antes de deitar. O mesmo vale para a meditação. Algumas pessoas experimentam um efeito profundamente relaxante após meditar. Outras conseguem aquietar os pensamentos, mas ficam com a mente em alerta, o que prejudica os estágios mais profundos do sono. Para quem já tem dificuldade para dormir, o indicado, de acordo com o médico indiano, é não deixar que o horário de meditação ultrapasse o pôr-do-sol.

Adaptar o corpo à cronologia da natureza, afinal, demanda persistência e organização. E estabelecer rituais antes de ir para a cama ajuda bastante. É um jeito de cada um desacelerar e reduzir os ruídos internos – pensamentos, ansiedades, energias acumuladas ao longo do dia. Vale manter o quarto confortável e aconchegante para que o sono chegue sem sobressaltos. Isso inclui diminuir a luminosidade do ambiente, ouvir uma música relaxante, vestir um pijama bem fofo e quente e evitar a TV ou comer guloseimas calóricas antes de cair no sono. “O segredo para manter as energias é não estimular excessivamente os sentidos”, diz Chopra, que garante, em seu livro, ter ótimas noites de sono.

VISÃO – Aqui vale: quanto menos luz, melhor. Dormir à noite é típico do ser humano. Sabe-se, por exemplo, que em países menos ensolarados, dorme-se mais tempo. A média é de seis a oito horas por noite. Quando os raios do Sol se vão, os estímulos para os olhos reduzem e o corpo, então, pede naturalmente o descanso. Uma máscara para dormir com ervas relaxantes ajuda.
AUDIÇÃO – Deepak Chopra ensina um mantra para ser recitado, repetidas vezes, ao deitar. As palavras “agasthi sharina” levam a um relaxamento profundo e aquietam, em especial, os ruídos internos.

PALADAR – A medicina aiurvédica tem uma receita infalível que esquenta o corpo e traz a sensação de acolhimento. A fórmula é simples: um copo de leite morno, com uma pitada de noz-moscada, açafrão e mcardamomo. O ingrediente especial é a noz-moscada, que induz ao sono. Vale adoçar com um pouco de mel.

OLFATO – A lavanda tem o poder especial para deixar as tensões do corpo de lado. O óleo essencial aplicado sobre a pele ou em forma de ervas, colocadas próximas ao travesseiro, melhora a qualidade do sono. A idéia aqui é fazer uma delicada almofada recheada de lavanda.

TATO – Sem o Sol à vista, a Lua manda no tempo. Isso faz, entre outras coisas, o calor ser menos intenso. E a temperatura tem uma relação direta com a qualidade do sono. Quanto mais frio, mais nos aquecemos e mais confortável se torna o ritual de ir para a cama. Vale vestir pijamas de textura macia e se aquecer com mantas quentes.

 
Revista Bons Fluídos - Julho de 2006

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sábado, 6 de março de 2010

Mandala: natureza, espiritualidade, arte, moda, decoração...

Reflexões sobre o simbolismo das mandalas são inumeráveis... O olho humano visto de perto lembra uma mandala. Várias tradições religiosas usam-nas com significados místicos. Ela lembra diversas formas da natureza e eu carrego uma em formato de sol tatuada no tornozelo...

  


 

 


 

 

  

  
 
 
 
 

Para quem quiser ver outras mandalas...

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