terça-feira, 31 de maio de 2011

Cultura Indiana para crianças e adolescentes brasileiros: O cabeça de elefante.

Fazia tempo que eu aguardava para ter em minhas mãos este livro que estava esgotado na editora. Agora que estou lendo-o vejo que ele apresenta versões diferentes para as mesmas narrativas de outras fontes literárias. Talvez esse seja o ponto mais interessante deste trabalho, pensar nas outras versões para uma mesma narrativa. Estas narrativas da Mitologia Indiana foram adaptadas pela autora à partir dos Vedas, Puranas e das antigas epopéias Ramayana e Mahabharata...

O livro divide-se em quatro partes que se subdividem em outras para tratar de episódios envolvendo quatro personagens mitológicas: Ganesh, O cabeça de elefante; Hanuman, O das mandíbulas fortes ou O filho do vento; O peixe com chifres e Garuda, O destruidor de serpentes.

O livro apresenta ainda uma boa introdução e um bom texto final sobre a Índia. O design do material é muito bonito apesar de particularmente eu não apreciar o estilo da ilustração.

ALMEIDA, Lúcia Fabrini de. O cabeça de elefante e outras histórias da mitologia indiana. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ouro!


Mulher admirando um colar de ouro em uma joalheria de Chandigarh, India. Foto: Ajay Verma/ Reuters
 
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terça-feira, 17 de maio de 2011

Ambassador: o carro que faz parte da paisagem da Índia do século XX.

"Todas as pessoas que percorreram as estradas da Índia nos últimos cinqüenta anos falam com emoção do Ambassador. Este carro indiano, imutável durante décadas, faz, para sempre, parte da paisagem indiana do século XX. Milhões de unidades foram fabricadas, de acordo com um modelo que jamais sofreu alterações. Por que modificá-lo? Motor muito lento e resistente, carroceria pesada e robusta, velocidade máxima de 70km/h, raramente afetada por causa da condição das estradas, cor uniforme bege, amortecedores sumários, espaço interno suficiente para que cinco passageiros, mais o motorista, se sintam relativamente à vontade, com a possibilidade de instalar um bagageiro no teto: tudo foi reunido para fazer do Ambassador um carro para a eternidade.
(...) No continente da metamorfose, o Ambassador  era uma imagem de permanência; no século da precipitação, a lentidão. Em uma palavra, ele era um automóvel vishnúico*. Numa tradição politeísta, no fundo ele constituía uma imagem ambulante da unidade e da manutenção do mundo."

* Relativo a Vishnu, deus da mitologia indiana conhecido como protetor e preservador da ordem do mundo.
CARRIÈRE, Jean Claude. Índia: um olhar amoroso. São Paulo: Ediouro, 2009.pág. 29


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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Saree style: diferentes maneiras de usar o saree

A vestimenta mais comum das mulheres indianas pode ser utilizada de diversas maneiras. Cada região tem seu estilo próprio de enrolar e amarrar o sari ao corpo, diversificando muito o modo como a roupa pode ser utilizada.

Lembrando que estas são apenas algumas dentre as inúmeras maneiras de usar o saree...

Estilo Nivi: Da região de Andra Pradesh, é atualmente o mais utilizado pelas mulheres da Índia. Consiste em dar uma volta com o sari sobre a pavada, depois dobrá-lo em seis partes, colocá-lo sobre a pavada novamente e dar mais uma volta sobre a cintura. Depois, se dobra o restante do tecido em duas partes iguais e joga-se por cima do ombro esquerdo.

Estilo Kerala: Nessa região costeira do país, utiliza-se o sari de duas partes, conhecido como mundum neryathum. A parte de cima é enrolada no sentido diagonal em volta do torso, e por cima dela a parte de baixo. Depois de enrolada uma vez sobre a pavada, é jogada sobre o ombro. Apesar de ser composto por duas peças, o estilo lembra muito o tradicional Nivi.

Estilo Khond: Oriundo da Índia Central, esse sari é primeiro lançado sobre o ombro e depois enrolado sobre a pavada.
Estilo Gujarat: Muito similar ao tradicional, esse estilo utiliza o sari amarrado de trás para frente na cintura do usuário, que depois o lança sobre o ombro direito.

Estilo tribal: As tribos que ainda existem na Índia moderna utilizam o sari de maneira original. Depois de enrolado sobre a pavada, dobrado quatro vezes e enrolado novamente, o sari é firmemente amarrado contra os seios, deixando os braços livres. Dessa maneira a vestimenta garante às mulheres mais liberdade de movimento na hora de realizar suas tarefas na tribo.


 InÍNDIA: Os caminhos entre a fé e a modernidade. São Paulo: Editora Escala, 2009, página 80.
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terça-feira, 10 de maio de 2011

Vai casar?

Que tal a dica da queridíssima Tanara lá do Chá dos 3? Achei bem criativa a idéia de bonecos indianos para o bolo de casamento...
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Le Corbusier em Chandigarh na Índia



Le Corbusier foi o arquiteto dos palácios do Capitólio da nova capital do Punjab, Chandigarh na Índia. Os trabalhos se estenderam de 1952 a 1965 e foram apoiados por Nehru.

As fotografias da postagem sobre o trabalho de Le Corbusier na Índia são apenas algumas que selecionei do livro abaixo, nas páginas 92 e 204.

BOESIGER, Willy; GIRSBERGER, Hans. Le corbusier 1910-65. 7. ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2001.

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