terça-feira, 28 de junho de 2011

Conhece o Gnaana?



No Gnaana você encontra uma seleção de belezas da cultura indiana. Para compartilhar aqui no blog, escolhi uma imagem de decoração do Diwali e um modelo de Salwar para festa...
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domingo, 26 de junho de 2011

Decoração Indiana - Living Room

Mais imagens para você se inspirar e decorar em estilo indiano.



Adoro a primeira imagem, com todos aqueles móveis de madeira, quadros e esculturas, a madeira da estrutura aparente, a cor da parede, tudo... Na segunda imagem, o que mais gosto é da proposta das almofadas no chão. Claro que aquelas colunas, aquela parede toda cheia de detalhes ao fundo e o ventiladorzinho retrô ficam super interessantes, mas eu adoro sentar no chão...
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História das Línguas Indianas

Seguidamente chegam visitantes ao blog (veja exemplos aqui) pesquisando frases como: "Como se diz eu te amo em indiano?" Ou como se escreve "Oi tudo bem em indiano?".

Lamento informar-lhes que não se diz coisa nenhuma em indiano porque NÃO EXISTE IDIOMA "INDIANO". Para esclarecer um pouco estes incautos visitantes posto aqui um texto sobre os idiomas falados na Índia.

"Idiomas falados na Índia:

Calculadas em mais de 150, a maioria pertence ao ramo indo-iraniano da família indo-européia ou da família dravídica.
A Constituição estipula o híndi como língua oficial, mas outorga esta condição a outros 15 idiomas usados em muitos estados: assamês, bengali, guzarate (ou gujerati), kashmir, marata (ou maráti), oriia, penjabi, sindi, híndi, urdu, sânscrito, tamil, télugo, canará e malaio. A língua oficial do Paquistão é a urdu e a de Bangladesh é a bengali.

Línguas Indo-Iranianas 

Até o ano 1000 a.C. a língua indo-iraniana era dividida em duas: o ramo indiano ou indo-ário e o iraní ou persa. O ramo indiano desenvolveu-se no noroeste da Índia. Sua história pode ser dividida em três grandes etapas: o indiano antigo, que inclui o védico e o sânscrito; o indiano médio, com os dialetos vernáculos do sânscrito, chamados prácritos (dos quais procede o páli, língua sagrada dos textos budistas), e o indiano novo ou moderno. 
As línguas relevantes são o híndi e o urdu. A primeira, falada pelos hindus (cerca de 180 milhões), tem sua origem no sânscrito. A segunda, de origem persa, é a língua dos muçulmanos. 
As outras línguas indianas são o bengali (falada por cerca de 120 milhões de pessoas em Bengala e Bangladesh), o penjabi, o biari, o cingalês (idioma oficial do Sri Lanka) e o romani (língua dos ciganos). 

Línguas Dravídicas

 Cerca de 150 milhões de pessoas falam 23 línguas dravídicas, principalmente no sul da Índia. Quatro têm condição para serem idiomas oficiais: tamil, télugo, canará e malaio. Estas línguas têm produção literária e escrita autônomas."

Veja o mapa em tamanho maior aqui.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mãos que desenham, mãos desenhadas...

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

"Retratos da Terra: Os Ângulos da Diversidade"


Eu sei caro leitor, estou devendo a resenha do livro Expresso para a Índia de Airton Ortiz. Adquiri o livro no final do ano passado e li na praia mas ainda não consegui escrever sobre todos os livros que estou lendo. Creio que em breve todas as resenhas estarão aqui...

Mas voltando ao Ortiz, este jornalista gaúcho autor de diversos livros com suas aventuras pelo mundo, retratou sua viagem à Índia com detalhes pitorescos e análises interessantes... Mas hoje, deixo vocês com a imagem de um fumador de ópio em Jaipur, no Rajastão - Índia, que se encontra na página 97 do livro Retratos da Terra do mesmo Airton Ortiz. Gostei muito das imagens e textos do livro. Consta também neste livro imagens de crianças e homens santos hindus, assim como aquela imagem dos noivos indianos que está reproduzida no Expresso para a Índia. (uma foto em que os noivos estão com cara de extremo tédio... =D)
ORTIZ, Airton. Retratos da terra: os ângulos da diversidade. Porto Alegre: TAB Marketing: Mecenas, 2009.
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Documentário dos estudos de Helen Rödel

O namorado me enviou, disse que achou a minha cara. Fiquei sem palavras. Resolvi compartilhar...


Para quem não conhece, esta é a estilista gaúcha Helen Rödel...
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Eu quero!!!

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

17 Erros drásticos no filme "Quem Quer ser um Milionário?"


Não sei quem dedica seu tempo a pesquisar estes erros, mas é isso que dá não contratar historiadores pra trabalharem na produção dos filmes...
 
=D 
Confira alguns erros drásticos no grande sucesso do cinema "Quem quer ser um Milionário?"


1. No filme, a resposta correta à pergunta de quem escreveu a canção "Darshan Do Ghanshyam Naath" é apresentado como um poeta do século 16. "Kavi surdas". No entanto, na realidade, esta música foi escrita por Gopal Singh Nepali para o filme Narsi Bhagat (1957).

2. Depois da cena em que Jamal tem um olho roxo, o olho inchado era o esquerdo, mas depois em outra cena é o direito.

3. Na cena em que Javed está festejando com seus amigos e Latika é mantida em cativeiro, a reprodução do áudio no fundo é do filme Don, mas o visual da tv mostra o filme 'Yuva'.

4. Embora os eventos do filme estejam estabelecidos no Verão de 2006, o jogo de críquete entre a Índia e a África do Sul foi jogado em 2007.


5. Quando Jamal e Salim encontram Latika ela está sem o pingente no nariz, depois com ele.

6. Na cena em que Jamal tenta roubar comida, ele aparece pendurado de cabeça para baixo na janela do trem. Podemos ver barras removíveis, que não existiam na época do filme, elas só foram instaladas em 2002.

7. Os trens em que Jamal e Salim fogem e vivem por muitos dias têm compartimentos pintados na cor azul. A cor azul nos compartimentos só entrou em vigor em uma data posterior. Os compartimentos eram vermelhos na época.


8. Na cena em que estão trabalhando no Taj Mahal, Jamal tem uma nota de $ 10 nova em suas mãos. Em 2002 ela não existia, e só foi produzida em 2006.

9. O jogo de críquete entre a Índia e a África do Sul, foi jogado em Belfast, mas o comentador diz que foi jogado no Estádio Wankhede em Mumbai.

10. Na delegacia a bebida de Jamal muda de volume entre as tomadas.


11. Quando Jamal é convidado por Latika para deixar a mansão e esquecê-la, ele tira o avental e sua gola fica levantada, depois do corte ela está arrumada.

12. Quando a polícia algema Jamal na cadeira as algemas que ele usa são de um modelo que não é usado na ìndia.

13. O filme mostra notícias de Live Índia, em um canal de televisão. O enredo diz que é 2006, mas o Índia Live foi lançado em 2007. Ele era anteriormente chamado Janmat.


14. No final da última sequência de dança na estação, podemos ver um painel para um shows no NDTV Imagine (canal de entretenimento e televisão). Mas esse show foi lançado em 2008 e não poderia estar ali.

15. Jamal tem uma marca no rosto durante o interrogatório, mas que some no programa.


16. O apresentador utiliza a expressão "celular" "cell phone", que são utilizados principalmente na América do Norte, enquanto a Índia e grande parte do mundo usa a expressão "telefone móvel" "mobile phone".

17. No início do filme vemos escrito na tela (Mumbai 2006), mas quando Jamal ganha o show e recebe o cheque vemos que ele está assinado desde 2005. (20/10/2005)
  
Dica do namorado que leu no
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terça-feira, 21 de junho de 2011

Que tal?

Uma almofada com estampa do mapa da Índia?

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Em breve na minha estante...


  • MISSTIGRI & KATELL GOYER. Princesas do mundo. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011.

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domingo, 19 de junho de 2011

Navegando com as Companhias das Índias.

E a postagem de hoje é uma sugestão do amigo e blogueiro Eder, do blog História e Arquitetura e encontra-se originalmente publicada no site Revista de História:


Site francês reúne informações sobre empresas, como mapas, arquivos de porto estratégico, lista de armamentos, equipamentos e passageiros e uma área para orientações históricas

Por Ronaldo Pelli



Mapa do mundo, de Pieter Goos, publicado em 1650.



O site francês Mémoire des hommes (algo como Memória dos homens) não tem nada a ver com piratas, mas está desenterrando um tesouro para historiadores e curiosos do mundo inteiro. A página está juntando dentro de uma seção específica uma série de documentos relativos às Companhias das Índias. São mapas e cartas náuticas, arquivos do porto da cidade de Lorient, criado em 1666 como entreposto das Companhias; informações sobre os armamentos dos navios, além de equipamentos e passageiros; e, para quem se sentir perdido no meio desse mar de informações, uma área só para orientações históricas.

Como explica o projeto, a temática associada às Companhias das Índias resvala sobre diversas formas de interpretação historiográfica: “a história econômica e financeira; a história marítima e estratégica; a história da construção naval e da navegação; a história das civilizações europeias, africanas, americanas e asiáticas; a história da moda, das artes e do consumo; a história social dos homens; a história do tráfico negreiro”, interrompendo aí, e deixando em suspenso o tamanho da lista com sugestivas reticências.Para conseguir abarcar tão grande variedade de assuntos, o site foi a outras instituições, como universidades, museus e instituições patrimoniais, e até a outros países. Assim, durante a navegação, podemos ser jogados para o site do Ministério da Cultura francês para conferir o diário de bordo de navios que faziam o tráfico negreiro no século XVIII. No primeiro link à esquerda, descobrimos que o Africain circulou de 1724 a 1726 como o capitão Lalande-Boulou-Ménard e o piloto Jean Gautier – de quem é o diário. Ele fez a rota Lorient, Senegal, a ilha de Gorée (em frente à Dacar, no Senegal), Guiné, na cidade de Juda, Martinica, e depois, voltou a Lorient.O internauta pode também aparecer num site canadense, sobre a história francesa na América, em que se pode ler a biografia de um dos integrantes do navio Abeille que, carregado de seus 30 canhões, foi de La Rochelle na França para Louisiana, que hoje pertence aos EUA. René-François Desbarres, você aprende, viveu de 1713 a 1757 (ou 58), e era um notário da tripulação – uma espécie de tabelião.No próprio site Mémoire des hommes, é bastante interessante ter contato com mapas como os que constam no livro “L’atlas de la mer, ou monde aquaticque”, algo como “O Atlas do mar, ou mundo aquático”, do cartógrafo holandês Pieter Goos (1616-1675), que cita rapidamente o Brasil na sua página 3 ao falar sobre os lugares a que ele se referirá. O mapa mostra em detalhes áreas da Europa, África e América do Sul. O Brasil aparece só para o fim do livro – de menos de 50 páginas. Na página 44, é possível ver referências às capitanias de Pernambuco, Bahia, Ilhéus, Porto Seguro, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Vicente. Depois, após a divisão clara, há a “Terra dos patos” e um pouco mais abaixo, os guaranis.

Depois de navegar por esse vasto mundo de links nem tão revoltos é possível ter noção do tamanho e da importância das Companhias das Índias.
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sexta-feira, 17 de junho de 2011

"Gunpowder Chant"- Diablo Swing Orchestra

Fazia tempo que eu não postava sons interessantes aqui no blog... Mas para quem esperou bastante agora vai se deliciar...

 Por influência do namorado, que gosta de dirigir ouvindo boa música, conheci Diablo Swing Orchestra.

Gunpowder Chant é minha favorita e resolvi compartilhar com vocês...

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Tuk Tuks

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terça-feira, 14 de junho de 2011

Festinha motivo Bollywood x Monopólio Disney

A preciosa dica da Tanara, do blog Chá dos 3 é para quem quer uma decoração diferente...



Eu gosto de festa de criança... Além dos doces, me encanta a decoração, as cores, os balões... O que me entristece é ver o "monopólio" Disney através de uma padronização nas decorações de festas infantis. Concordo que muitas vezes as crianças "pedem" uma festa com os personagens dos desenhos animados que eles costumam assistir e estes são facilmente encontrados em lojas de artigos para festa. Mas é possível sim fazer algo diferente em pequenos detalhes, investindo pouco dinheiro e muita criatividade. Como esta idéia de motivo "Bollywood", para quem busca um diferencial para uma festa com personalidade...
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sábado, 11 de junho de 2011

Decoração de interiores na Índia


Todos sabem que adoro estas enormes garrafas de vidro utilizadas para decoração... 

Visitando o An Indian Summer conheci o BlueKrit estúdio de arquitetura e design de Mumbai. 

Entre as imagens dos trabalhos do BlueKrit vi esta que aqui reproduzo, detalhe de um dos trabalhos de design de interiores. Linda a garrafa verde e a ilustração indiana emoldurada na parede...
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

India - Brazil: "Balde", "jangada", sarapatel, caju, manga...

   "Assim como nós temos um passado colonial ligado aos portugueses, regiões do país também foram colônias de Portugal. As igrejas barrocas de Goa, por exemplo, fazem pensar que estamos em Ouro Preto, Recife, Salvador. Em frente à catedral de Goa, vemos uma estátua de Camões.
   No intercâmbio entre os dois países houve também uma troca de sementes, gados, mudas de plantas e... palavras. O caju foi daqui para lá; a primavera (ou bunganvilia), planta nativa do Brasil, com suas flores tão coloridas e alegres é encontrada em todo o território indiano. A manga veio de lá para cá. O gado nelore também. O sapoti, fruta do Norte brasileiro, lá chama-se sapota. Palavras da língua portuguesa como "jangada", "açúcar", "andor", "balde", têm sua origem na Índia. O sarapatel, prato da culinária brasileira, veio de lá."

ALMEIDA, Lúcia Fabrini de. O cabeça de elefante e outras histórias da mitologia indiana. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. pág. 94.
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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Os dois lados dos seres...



"Os mitos dizem que todos os seres criados por deuses têm dois lados: são bons e maus, gentis e cruéis, bonitos e feios, verdadeiros e falsos."


ALMEIDA, Lúcia Fabrini de. O cabeça de elefante e outras histórias da mitologia indiana. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. pág. 9.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Khaki: a história de uma cor com um pé na Índia..


 Khak vem do persa e significa pó, khaki significa empoeirado ou cor de terra. A cor caqui é apreciada mundo afora, mas você sabe algo sobre a história desta cor?

Até o século XIX, os soldados da Grã-Bretanha tinham seu uniforme composto por um casaco de cor vermelha, o que lhes rendeu a alcunha de "Casacas vermelhas". Esta era uma parte da estratégia de guerra num período em que distinguir facilmente os aliados dos inimigos nos campos de batalha era uma necessidade. Nos séculos XVII e XVIII a poderosa Companhia Britânica das Índias Orientais tinha autorização para recrutar exércitos e vesti-los com casacos vermelhos, inclusive aqueles que estavam nos territórios do subcontinente indiano. Quando estes soldados estavam em campo, a casaca vermelha em contraste com boa parte da paisagem indiana fazia destes um alvo fácil. A solução foi a criação de um tecido cuja cor fosse semelhante à da paisagem circundante, camuflando aquele que o veste.

Desta forma, a cor utilizada para camuflar os soldados na Índia chegou até ao seu guarda-roupa.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Vintage indian foto - The Sartorialist

A idéia para a postagem surgiu da querida amiga Helena... 


A muito elegante avó de Tejal, Sushila Rao em algum momento nos anos 1940 na Índia, onde ela nasceu e cresceu. Posando com sua nova câmera e vestindo um terno de linho branco e lisosandálias marrons de couro, num visual forte apesar dela ser tão pequena. Uma indiana muito ousada por, na época, sair de casa com uma roupa "masculina" ao invés do tradicional sari.
Informações e créditos da foto.
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