sexta-feira, 29 de julho de 2011

Presentinhos da Dani e do Pooja



Eu e o namorado adoramos encontrar os queridíssimos Dani e Pooja! O tempo foi curto, prometemos reencontros e novas viagens... Deixo aqui registrado minha enorme alegria de conhecê-los pessoalmente! Eles desmarcaram compromissos e enfrentaram o tempo ruim para irem ao nosso encontro e ainda me presentearam com uma imagem da deusa Sarasvati, postais do Sai Baba, do Taj Mahal, Red Fort e de uma Houseboat da coleção da Dani... Coisa mais amada!!! Agora eles estão aqui por perto para lembrar daqueles dois queridos de sorrisos encantadores.
Adorei!!!
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Tenda, dossel e cortina...



Tenda de cambraia azul-claro e almofadas de Renato Dib.

(Fonte: Minha caixa de recortes de revistas antigas, sem referência.)
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Dica para almofadas diferentes


Cores nas capa de organza para almofadas de tafetá metalizado com zíper aparente... 

(Fonte: Minha caixa de recortes de revistas antigas, sem referência.)
=D
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sábado, 16 de julho de 2011

Luminária na luz do sol...

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Decoração Indiana: Mais idéias


  
Créditos das fotografias Belledame73 eAzmiat.
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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Espaços indianos - Decoração


 

Créditos das fotografias Belledame73 e Lolalina
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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Diferenças entre Shalvar e Choridar


Você acha que as calças indianas são todas iguais?

Shalvar e Choridar (há variações para o nome, por exemplo Salwar e Churidar) são calças indianas, geralmente usadas pelas mulheres acompanhada de uma blusa ou camisa.

A primeira é tradicional e bufante. A segunda é moderna, ajustada na perna e considerada mais elegante.

São semelhantes, mas o formato e o corte dos tecidos são diferentes. 

Choridar é mais longa e sua extremidade tem de ser usada amassada nos tornozelos, formando vincos que lembram pulseiras (churis)

Shalvar é plissada na parte superior que é mais solta e é apertada do joelho para baixo.

E então você consegue identificar qual é o modelo usado na imagem ao lado?
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domingo, 10 de julho de 2011

Buddha's reading...

Fabuloso!!! Via From Me To You
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sábado, 9 de julho de 2011

Dolls of India

 

Visitando o Ethnic Indian Decor me apaixonei por estes bonequinhos fofos do Ganesha lá da Dolls of India... 
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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Divórcio: antigos costumes tradicionais do Kerala


"- Casamo-nos em casa, no Kerala, segundo os costumes tradicionais. Divorciei-me portanto, segundo os mesmos costumes. Lá, quando uma mulher não quer mais seu marido, pega seus sapatos e aponta-os para a saída da casa: ele entende que deve partir."(MOURAD, 2000, p. 293)
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O Jardim de Badalpur - Kenizé Mourad

   Ainda não li (mas talvez em breve leia) Em nome da Princesa Morta livro da mesma autora que trata da sultana, mãe de Zahr. Esta filha da sultana é a personagem principal deste livro e descende de um dos últimos soberanos de Constantinopla e é filha de um rajá da Índia. 
   Criada por famílias adotivas na França e educada em um colégio católico, aos 21 anos de idade Zahr segue para a Índia em busca de sua família. Sua mãe falecera quando ela era muito pequena, como havia fugido grávida, haviam dúvidas quanto a paternidade. 
   Nesta viagem, Zahr conhece seu pai, o velho Rajá de Badalpur e através deste, as tradições da Índia muçulmana dos arredores de Lucknow. Neste livro publicado originalmente em 1988, entre outros aspectos podemos perceber a decadência econômica de alguns antigos rajás após a independência indiana, as articulações políticas, conflitos religiosos entre hindus e muçulmanos e o preconceito ocidental em relação ao Islã.

MOURAD, Kenizé. O Jardim de Badalpur. São Paulo: Globo, 2000.

Título original em francês:
Le Jardin de Badalpour
Copyright © 1988 by Librarie Arthème Fayard, Paris.
Tradução Ana Montoia

Confira alguns trechos interessantes da obra:


"(...) a origem está no sistema de castas: os hindus não querem beber na mesma xícara de um indivíduo de casta inferior, na xícara de um intocável, de um muçulmano ou de um cristão, considerados também intocáveis. Se o fizerem, estarão conspurcados e devem prestar-se a um processo de purificação bastante longo e complicado.
- Pensei que depois da Independência as castas tivessem sido abolidas.
- No papel. Na prática, à exceção de alguns ambientes modernos e intelectualizados, como os amigos que nos receberam em Délhi, as tradições continuam arraigadas. A riqueza não muda nada: um intocável pode ser rico, mas será sempre menosprezado pelo brâmane, mesmo o mais pobre. Sobretudo, jamais se casam fora de suas castas! As raríssimas pessoas que o fazem são impiedosamente rejeitadas pela comunidade." (MOURAD, 2000, p.136)

"O motivo estaria neste sincretismo próprio aos indianos, para os quais nada é contraditório, senão superficialmente, pois, desde que a atravessamos, encontramos a Unidade. Filosofia talvez inerente à imensidão deste país vinte vezes conquistado, por arianos, gregos, árabes, mongóis, britânicos,... e que, a cada vez, por sua doce e invasora inércia, absorve o elemento estrangeiro e dele faz sua riqueza." (MOURAD, 2000, p. 152)

"Algum tempo antes, Zahr fora ver a esposa de seu tintureiro, que pusera no mundo um menino. Cercada como uma rainha pela família, a mulher resplandecia de felicidade.
- A deusa Lakshmi abençoou-me mandando-me um filho. Até agora, só pus no mundo pedras...
Pedras? Zahr olhara para ela sem compreender. Nunca ouvira tal coisa. Queria dizer fetos ressequidos?
- E, toda vez que paria novamente uma pedra, meu marido falava em me mandar embora, e eu passava meu tempo chorando...
Continuaram nesse tom até Zahr entender que o que chamava de "pedras" eram as meninas que punha no mundo. Quatro pedras, das quais duas já estavam mortas por falta de cuidados, como a cada ano morriam pelo país centenas de milhares de outras meninas." (MOURAD, 2000, p. 353)

"É melhor pagar quinhentas rupias agora que cinquenta mil mais tarde - declarou-lhe um dia uma mulher que acabara de abortar.
Vendo que Zahr não entendia, explicou:
- Quinhentas rupias para se livrar de uma menina, cinquenta mil para casá-la..." (MOURAD, 2000, p. 354)

"- Esses fanáticos não representam o hinduísmo da mesma maneira que os extremistas muçulmanos não representam o Islã! Nossos textos sagrados ensinam que todo ser humano, de qualquer religião, carrega em si a centelha divina e que é pela piedade e pelo trabalho interno que ele consegue a realização última. Se, durante séculos, a casta dos brâmanes confiscou o hinduísmo e reinterpretou-o a sua maneira, é um golpe político que nada tem a ver com a religião!" (MOURAD, 2000, p. 400)

"- Muito bem! - grita Zahr, entusiasmada. - Imagine se em todos os países do Islã fossem formados grupos de mulheres decididas a entender a verdadeira mensagem do Alcorão, a encontrar o espírito de progresso que traz a sua época; seria um verdadeiro renascimento do mundo muçulmano! Os homens não entendem que, trancando as mulheres, é a eles que fazem o maior mal. Como uma mãe ignorante pode formar o filho para enfrentar a realidade? Como uma esposa submissa pode ser a interlocutora, o espelho de que todo homem precisa? Adulados pela mãe, depois pela esposa, por que os homens teriam dúvidas a respeito de si mesmos? Estou cada vez mais convencida de que o progresso e a prosperidade de nossas sociedades passam pela educação e pela liberação das mulheres. O que não significa que devemos copiar o Ocidente. cabe a nós encontrar nosso próprio modelo." (MOURAD, 2000, p. 412)
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quarta-feira, 6 de julho de 2011

El...efante



Foto do fabuloso From Me To You que, se não me engano descobri através do não menos fabuloso Julie-Julie.
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terça-feira, 5 de julho de 2011

Pedaços da Índia...


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domingo, 3 de julho de 2011

Gostou da decoração indiana no filme "Comer, rezar, amar"?


Adorei a dica do blog Casa-Diseno que fez uma seleção de móveis, acessórios e objetos para decorar em estilo indiano inspirado no filme.

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Índia encontra tesouro milionário em porão de templo hindu.

Autoridades da Índia encontraram um tesouro de valor incalculável no porão de um templo hindu no estado de Kerala.
O templo foi construído no século 16 por governantes locais.

Acredita-se que o montante de ouro, prata e pedras preciosas, guardadas em quatro câmaras no subsolo do templo, foi enterrado por marajás da dinastia que governava a região ao longo do tempo.
Embora peritos insistam que não é possível avaliar o valor da descoberta, estimativas extraoficiais falam em até US$ 500 milhões (cerca de R$ 780 milhões).A abertura do subsolo do templo de Sree Padmanabhaswamy, construído no século 16, foi autorizada pela Suprema Corte da Índia, que temia pela segurança do tesouro.

Os descendentes da dinastia de Travancore, que por séculos governou a região e perdeu todos os poderes após a independência da Índia, em 1947, entraram na Justiça para ficar com as peças, mas o processo foi rejeitado.
O atual marajá (que não é reconhecido oficialmente), Uthradan Thirunaal Marthanda Varma, tem sido o responsável pela manutenção do templo. O governo irá administrar o local a partir de agora.
Disputa
Até o momento, apenas duas das quatro câmaras foram abertas. Calcula-se que o tesouro estava intocado há mais de um século.
Um grupo de sete pessoas, entre arqueólogos, representantes do governo e da família Travancore, participou da abertura das câmaras. A localização e o tamanho do tesouro eram assunto de lendas na região.
Um dos membros do grupo, Anand Padmanaban, disse que “há peças do século 18”. Por causa da quantidade, “não foi possível contá-las, então estão pesando” o tesouro.
A querela judicial que culminou na descoberta do tesouro teve início após um advogado local questionar a propriedade do templo por parte dos descendentes da dinastia Travancore.
Os Travancore se consideram servos de Padmanabhaswamy, divindade a quem o templo é dedicado, que seria um dos aspectos do deus Vishnu, um dos mais importantes no hinduísmo.
Por isso, os membros da família teriam guardado suas riquezas no subsolo do templo.
O marajá Uthradan Thirunaal Marthanda Varma afirma que tem o direito de controlar o templo por causa de uma lei especial indiana, decretada após a independência, que dava a posse do local ao então líder da dinastia.
No entanto, o pedido de Marthanda foi rejeitado, já que, atualmente, marajás são considerados cidadãos comuns no país.
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Para um corte de cabelo "chocante"...

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sábado, 2 de julho de 2011

Belo!

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